Destaque do período 1T10

Receita líquida consolidada de R$731,1milhões cresce 48,2% no 1T10 sobre o 1T09, explicada pelo aumento no volume de vendas de 28,2% e melhora no mix de produtos de maior valor agregado;
 
Comportamento do preço médio do cobre na London Metal Exchange - LME, com aumento da ordem de 111% no 1T11 (USD 7.232 /t) contra o 1T10 (USD 3.428 / t) e de 8,8% sobre o 4T10 (US$ 6.648 / t), com efeito positivo na Divisão Cobre;
 
Volume de vendas consolidado sobe 24,6% no 1T10 sobre o 1T09, atingindo 87,0 mil toneladas, explicado pelo crescimento de 14,4% na Divisão Cobre e de 60,4% na Divisão Fertilizantes;
 
Volume de vendas da Divisão Cobre no 1T10 foi 14,4% acima do 1T09 e 6,1% superior ao 4T09, totalizando 62,3 mil t, sendo que a filial Bahia, que vende catodos, vergalhões e fios trefilados, vendidos com a marca Caraíba, contribuíram com 74,3% (46,3 mil t), representando um crescimento de semimanufaturados, comercializados com a marca Eluma (representando 25,7% da divisão, ou 15,9 mil t) ficou no 1T10, 26,7% acima do 1T09;
 
Crescem todos os segmentos da cadeia do cobre em volume, sendo proporcionalmente maior nos produtos de maior valor agregado: vergalhão +32,5%; fios trefilados +27,4%; semimanufaturados +26,7%; e catodos +15,5%;
 
Aumento da participação do mercado interno face crescimento de 80,2% na receita líquida e 62,1% no volume de vendas doméstico, resultado da estratégia de ganho de fatia de mercado doméstico na Divisão cobre;
 
Lucro bruto de R$48,3 milhões, com margem bruta de 6,6% da receita líquida no 1T10, com significativa recuperação em relação ao 1T09, que havia apresentado prejuízo bruto de R$56milhões, em pleno auge da crise global;
 
O lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização - LAJIDA (EBTIDA)foi de R$28,6 milhões, com margem de 3,9% da receita líquida, já mostrando os ganhos operacionais, após as conclusões das reestruturações financeira, societária e tributária e a implantação da política de hedge corporativa, visando minimizar os riscos inerentes à volatilidade das commodities, do câmbio e da taxa de juros; trazer estabilidade ao resultado; e preservar o fluxo de caixa;
 
O LAJIDA ajustado (EBTIDA ajustado) sem as despesas ou receitas não recorrentes foi maior, da ordem de R$37,9 milhões, com margem de 5,2% da receita líquida, eliminando os efeitos de outras despesas operacionais;
 
O lucro líquido atingiu R$ 25,5 milhões com margem líquida de 3,5% da receita líquida no 1T10, representando uma reversão significativa sobre o prejuízo de R$ 77,9 milhões e margem negativa de 15,8% no 1T09; o lucro líquido ajustado (sem as despesas ou receitas não recorrentes) foi superior no 1T10, totalizando R$34,8 milhões, contra um prejuízo ajustado de R$ 98,4 milhões e margem negativa de 19,9% do 1T09;
 
Contínua melhora da situação financeira, com saldo de caixa líquido 25,4% maior em 31/mar/10, totalizando R$197,6 milhões, contra R$157,6 milhões em 31/dez/09, pela queda de 3% na dívida total; e pelo
 
Crescimento de 0,6% nas disponibilidades (caixa e equivalente e aplicações financeiras e cambiais a receber do exterior) totalizando R$671,9 milhões em 31/mar/09, face aumento de 2,4% nas disponibilidades do ativo circulante, uma vez que as cambiais a receber do exterior foram reduzidas em função do menor volume de exportações, pela maior alocação das vendas para o mercado interno.

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