Destaque do período 3T10

Receita líquida consolidada de R$2.222,7milhões cresce 26,3% nos 9M10 sobre os 9M09, explicado pelo crescimento nas vendas domésticas e pela mudança no mix de produtos de maior valor agregado;
 
Receita líquida da Divisão Cobre se amplia em 27,0% nos 9M10 contra os 9M09, atingindo R$2.182,9 milhões, explicado pelo bom desempenho do volume e dos preços no mercado doméstico, pela melhora no mix de produtos tanto de cobre eletrolítico, quanto de semimanufaturados;
 
Volume de vendas consolidado na Divisão Cobre, cresce 2,3% nos 9M10, atingindo 180,6 mil t, contra 176,6 mil t nos 9M09, pelo excelente desempenho no volume de semimanufaturados;
 
Estratégia mais orientada para o mercado doméstico continua bem sucedida, atingindo 60,8% das vendas totais nos 9M10 contra 43,2% nos 9M09;
 
Receita líquida doméstica atinge R$1.350,5 milhões nos 9M10, 77,7% acima dos 9M09, com volume 11,4% superior, da ordem de 259,6 mil t, com um mix de produtos de maior valor agregado;
 
Na Divisão Cobre, a receita líquida no mercado interno cresce 82,5% e o volume de vendas 41,6% nos 9M10, com destaque para as vendas de vergalhões, fios trefilados e semimanufaturados de cobre e suas ligas;
 
Os subprodutos gerados no processo de metalurgia de cobre da filial da BA, cresceram 15,8% em volume de vendas nos 9M10 sobre os 9M09, explicado pelo aumento de 5,8% nas vendas de ácido sulfúrico e de 29,1% de outros subprodutos, tais como lama anódica; oleum; e escória;
 
Ainda na Divisão Cobre, a subdivisão de semimanufaturados das filias de SP e ES, cresce 20,6% em volume de vendas nos 9M10 sobre os 9M09, com bom desempenho dos setores de construção civil, eletroeletrônicos, automotivo e refrigeração, dentre os principais;
 
A demanda chinesa e asiática se manteve em alta, modificando os preços médios do cobre na LME no período. O preço do cobre na LME nos 9M10 foi em média de USD 7.168 /t, 54,1% acima dos USD 4.650/t dos 9M09, enquanto que os estoques de cobre na LME ficaram 24% superior à média nos 9M10 (472 mil t) contra os 9M09 (média de 380 mil t), base esta de comparação bastante afetada pela crise global;
 
Houve forte depreciação do dólar norte-americano contra várias moedas no período, com a taxa média do dólar tendo ficado 14,5% inferior em relação ao Real nos 9M10 (média de R$/US$ 1,78) contra os 9M09 (média de R$/US$ 2,08), gerando impacto nos ativos e passivos denominados em dólar, afetando também as exportações, que passaram a ser menos competitivas em relação ao mesmo período de 2009;
 
Lucro bruto de R$104,5 milhões nos 9M10, com margem bruta de 4,7% sobre a receita líquida, com melhora significativa em relação ao prejuízo bruto de R$118,9 milhões verificados nos 9M09;
 
EBITDA ajustado de R$83,4 milhões, com margem de 3,8% da receita líquida nos 9M10, eliminando as despesas não recorrentes, relativas principalmente às despesas com capacidade ociosa, melhorou significativamente em comparação ao EBITDA ajustado negativo de R$59,2 milhões dos 9M09;
 
A receita financeira líquida de R$36,7 milhões nos 9M10, melhorou significativamente sobre a despesa financeira líquida de R$48,6 milhões dos 9M09, principalmente pela política de gestão de riscos e de hedge de proteção ao caixa implementados a contar de agosto de 2009;
 
O lucro líquido ajustado foi de R$57,5 milhões com margem líquida de 2,6% da receita líquida nos 9M10, mostra uma evolução positiva sobre o prejuízo de R$59,2 milhões e margem negativa de 4,5% da receita líquida nos 9M09, como resultado da política de hegde e o uso do conceito de derivativos embutidos, aplicados desde agosto de 2009, que gerou lucro bruto por 4 trimestres consecutivos, desde o 3T09, interrompido no 3T10, por uma situação conjuntural pontual, em relação ao metal, ao câmbio e ao TC/RC, que afetaram negativamente o trimestre em análise;

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